No dia 30 de abril de 1994, ocorreu uma das maiores tragédias da história da Fórmula 1. Durante o Grande Prêmio de San Marino, Ayrton Senna, um dos maiores pilotos da história da categoria, sofreu um acidente fatal.

O acidente ocorreu na sétima volta da corrida, quando Senna, que liderava a prova, perdeu o controle de seu carro na curva Tamburello e bateu violentamente no muro de concreto. Senna foi retirado do carro pelos médicos, que tentaram reanimá-lo, mas infelizmente ele não resistiu aos ferimentos e faleceu horas depois no hospital.

Os investigadores descobriram que a causa do acidente foi a quebra da barra de direção do carro de Senna, que causou a perda de controle do veículo. No entanto, as circunstâncias do acidente foram muito incomuns.

Em particular, a participação do inglês Martin Brundle, que havia se envolvido em um acidente na primeira volta da corrida, foi bastante discutida. Naquela volta, Brundle perdeu o controle de seu carro e quase acertou Senna, que desviou no último segundo.

Após o acidente, Senna foi visto pelos médicos da categoria, que o consideraram apto para continuar a corrida. No entanto, muitos especulam que a pressão para que Senna continuasse, mesmo com dores, tenha sido grande.

Além disso, há a discussão sobre a segurança das pistas na época. A curva Tamburello, onde ocorreu o acidente, era extremamente perigosa e já havia causado acidentes graves no passado.

Desta forma, o acidente de Ayrton Senna no GP de San Marino em 1994 não pode ser considerado apenas um problema mecânico. Fatores como a pressão para continuar a corrida e a falta de segurança das pistas da época contribuíram para uma das maiores tragédias da história da Fórmula 1.

Mesmo após mais de duas décadas, a morte de Senna é lembrada pelos fãs da categoria como uma das perdas mais dolorosas de todos os tempos. Porém, o legado do brasileiro como um dos maiores pilotos de todos os tempos ainda vive e inspira gerações futuras.